ZONA OESTE É UMA FARTURA !..FARTA TUDO..
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
domingo, 5 de setembro de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
Zona Oeste é uma fartura farta tudo!...
Claro que podia!..Mais infelizmente ela só é lembrada, pelos políticos de ocasião em época de eleições.
Pesquisas eleboradas pelo Instituto de Economia da UFRJ, constatou que a base Industrial da Zona Oeste é responsável por 23,3% do valor adicionado fiscal, gerado pelo Municipio
as atividades que mais recolhem impostos, são alimentos, e bebidas em Campo Grande,
Papel, gráfica, mecanica, borracha, em Santa Cruz.
O estudo ainda demonstra que quando comparada a sua importancia em relação ao Rio de Janeiro, em termos de trabalho, verifica-se que que ela é mais especializada em atividades industriais.
As unidades produtivas que estão em Santa Cruz, naõ são servidas por transportes coletivos e a falta de acesso rodoviário em Campo Grande.
Os gargalos dos transportes urbanos na zona oeste, afetam todas as atividades economicas da Região Metropolitana
Fonte:O Globo Opinião.
Cerca de 36% da população do Município do Rio de Janeiro mora na Zona Oeste, que diariamente gastam cercam de duas a tres horas de condução para chegar ao seu local de trabalho, o que reduz consideralmente a competividade.
O estado de certa forma, deveria fazer investimento, em saúde, transporte, lazer, educação, cultura, etc..E construir uma estrutura de incentivo, para fazer florescer os atuais empreendimentos na região.
Também não se conseguirá romper o problema, de pobresa na Zona Oeste, sem oferecer um ensino básico.
De imediato se faz necessário,orfertar, um ensino profissonalizante
na Zona Oeste, de modo a implantar centros vocacionais tecnológicos.
Fonte, consulta: Agencia Sebrae Notícias
| A UNIDADE INSTALADA PELA FAETC , MUDA UM POUCA A PAISAGEM DA ZONA ESTE |
Vista panoramica do centro de Bangú.
Bangu
-
Nota: Para outros significados de Bangu, veja Bangu (desambiguação).
Bangu é um bairro da cidade do Rio de Janeiro, RJ. Bairro de classe média e média-baixa. Localiza-se na Zona Oeste da cidade, sendo um dos bairros mais populosos, com 244.518 habitantes (segundo informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE - Censo Demográfico 2000)[1] distribuídas numa área de 4.570,69 ha. Localizado no centro geográfico da cidade, tem por vizinhança os bairros Campo Grande, Senador Camará, Santíssimo, Padre Miguel e Realengo. Em 22 de novembro de 2004 o prefeito do Rio de Janeiro César Maia cria por decreto o bairro de Gericinó. O bairro originalmente fazia parte do bairro de Bangu, na região onde está localizado o Complexo Presidiário de Bangu e a Serra de Gericinó, além do Lixão de Bangu. A região onde fica Gericinó é onde localizava-se o sub-bairro do Guandu (Guandu do Sena). Ou seja, desde 2004, o Complexo Presidiário de Bangu e o Lixão de Bangu, não pertencem mais ao bairro de Bangu.
O bairro é muito conhecido pelas altas temperaturas que, no verão, ultrapassam os 40°C. Até hoje, o recorde oficial de menor temperatura já registrada na Cidade do Rio de Janeiro deu-se no Campo dos Afonsos (4,8 °C), em julho de 1928, e o de maior, em Bangu (43,2 °C), em janeiro de 1984.
Um importante ícone do bairro é a Fábrica Bangu, que hoje abriga as instalações do novo Bangu Shopping, inaugurado no dia 30 de outubro de 2007.
No esporte além do Clã da Guia, seu maior representante é o Bangu Atlético Clube, duas vezes Campeão Carioca (1933 e 1966), Vice-Campeão Brasileiro de 1985, Campeão Mundial de 1960 e Campeão Carioca (Série B) em 1911, 1914 e 2008. Além do Bangu, podemos citar o Céres Futebol Clube, Campeão Carioca (Série C) em 1990, e o Esperança Football Club Campeão Carioca (Série C) em 1918.
No samba, podemos citar a Unidos de Bangu, que é uma das pioneiras no carnaval, sendo a quarta Escola mais antiga do Brasil. É madrinha da Acadêmicos de Santa Cruz.
Participou por alguns anos do Grupo Especial do Carnaval. E é Bi-campeã do Carnaval Carioca em 1957 e 1962 (Grupo A), a escola fez seu último carnaval em 1998. Também temos a Unidos de Vila Kennedy, Campeã em 2000 (Grupo C).
Índice[esconder] |
[editar] História de Bangu
Tudo começou no ano 1673, quando Manuel de Barcelos Domingues, um dos primeiros povoadores da cidade do Rio de Janeiro, construiu uma capela particular em sua Fazenda Bangu, primitivamente Engenho da Serra e daí teve início a vida progressista do bairro. A Companhia Progresso Industrial do Brasil, adquiriu mais tarde a posse dessas fazendas, onde fundou a fábrica que deu origem a evolução de Bangu.
Quando a fazenda Bangu foi comprada pela Companhia Progresso Industrial do Brasil, havia na região apenas uma rua, a Estrada Real de Santa Cruz, que foi aberta para permitir a comunicação com as Sesmarias dos Jesuítas (chamou-se originalmente caminho dos Jesuítas), que se estendiam pelo litoral até as proximidades de Itaguaí.
Hoje, nesta rua, encontramos os marcos históricos (lápides de concreto) que serviam para demarcar a distância, em léguas, que o Imperador Dom Pedro I percorria para encontrar a sua amada, a marquesa de Santos, desde que deixava sua residência, na Quinta da Boa Vista, até chegar a São Paulo. Eles também serviam para parar e descansar depois de horas andando a cavalo.
É de se imaginar que a ferrovia foi imprescindível para intensificação da urbanização e ocupação das áreas, não só de Bangu, mas das demais áreas da Zona Oeste carioca, uma vez que tornou possível o transporte de produtos e pessoas até a região, que até em tão se mantinha praticamente isolada do centro urbano da cidade, tanto pela grande distância, quanto pelas barreiras físicas naturais encontradas (Os maciços da Pedra Branca e do Gericinó) que dificultavam o percurso. A inauguração do ramal ferroviário de Santa Cruz ocorreu em 2 de dezembro de 1878, sendo sua primeira estação a de Deodoro, que foi inaugurada em 8 de dezembro de 1859, posteriormente vieram a de Realengo (1878) e de Bangu (1890), e mais tarde as demais estações. Então, com a inauguração da ferrovia, a ocupação foi se intensificando e núcleos urbanos foram surgindo em torno dela, trazendo também o estabelecimento de empreendimentos que tiveram atuação decisiva no processo de ocupação, expansão e desenvolvimento da região, no caso de Bangu, a Fábrica de Tecidos Bangu.
Bangu cresceu com todas as características de um bairro proletário, onde os primeiros patrões foram os ingleses. Bangu foi um bairro planejado para funcionar atendendo a Companhia Progresso Industrial do Brasil (Fábrica de Tecidos Bangu), que por muito tempo exportou a marca Bangu para todo o mundo.
Todo este crescimento favoreceu a população uma boa qualidade de vida, onde a fábrica financiava para todos os seus empregados casas construídas com materiais que na sua maioria vinham da Europa, como os primeiros tijolos maciços, as telhas, as madeiras de pinho de riga da Suécia, etc, mantendo sempre o modelo de arquitetura inglesa em todas as suas construções.
A fábrica também facilitou a compra de bicicletas para os seus operários, importando da Europa os mais variados modelos de bicicleta, tanto para homens como mulheres (ver algumas fotos na história da bicicleta no bairro) facilitando assim o deslocamento para o trabalho.
[editar] Sub-bairros de Bangu
- Guilherme da Silveira
- Bairro Rio da Prata
- Vila Kennedy
- Vila Aliança
- Vila Moretti
- Jardim Bangu
- Catiri
- Parque Leopoldina
- Bairro Sandá
- Conjunto Residencial Cardeal Dom Jaime Câmara
- Parque Residencial Seis de Novembro
- Residencial Ubaldo de Oliveira
[editar] Referências de Bangu
- Fábrica Bangu
- Bangu Shopping
- Real Shopping
- Calçadão de Bangu
- Busto de Domingos da Guia
- Lona Cultural de Bangu
- Cine Arte Bangu
- Estádio de Moça Bonita
- Largo da Igreja
- Casino Bangu
- Castor de Andrade
- Parque Estadual da Pedra Branca
- Thomas Donohoe
- Clã da Guia
- Bangu Atlético Clube
- Céres Futebol Clube
- Esperança Football Club
- GRES Unidos de Bangu
- GRES Unidos de Vila Kennedy
- Leroy Merlin
- Trailler do Marcos Geléia Lanches
[editar] Bairros limítrofes
[editar] Cronologia do Bairro de Bangu
O Bairro de Jacarepagua de é um dos maiores colegios eleitorais da Cidade do Rio de Janeiro!
Mas infelizmente tudo isso não significa mais investimentos ou politicas públicas na Região!
Tanto que mesmo com sua população de 800 mil habitantes o Bairro de Jacarepaguá viu a sua única Maternidade Pública ser fechada!
O Bairro de Jacarepaguá que é um dos principais pólos industriais e comerciais até hoje não tem sua Faculdade Pública e Escola Técnica!
As Lagoas continuam sendo poluidas!
O Trânsito na Região é um Caos!
O METRÔ ou o VLT(Veiculos Leves sobre Trilhos) virou piada Mexicana.
Em 1990 o falecido produtor cultural RICARDO AFFONSO já lutava por Politicas Públicas e um Planejamento Estrategico tanto para o Bairro de Jacarepaguá quanto para toda a Zona Oeste!
Tanto que durante o 1° Fórum de Cultura da Zona Oeste promovido pela Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro lançou a proposta pela criação da Lona Cultural de Jacarepaguá!
Tanto que já nos anos 90 o Movimento Sócio Cultural UZINA ECO ARTE já lutava pela instalação de Escolas Técnicas, Faculdades Públicas, Teatro Público, Vilas Olimpicas na Região!
Hoje a UZINA ECO ARTE em conjunto com a FESN e a FEC procuram dar continuidade as bandeiras históricas do falecido produtor cultural RICARDO AFONSO - Um dos fundadores do CIRCO VOADOR!
Consulta e pesquisa: www.midiaindependente.org
Por: Ambientelisata: Maricio Luiz 08/09/08 as 19:30
Zona Oeste do Rio de Janeiro é uma zona e fica no oeste
December 10th, 2008 | Escrito por: Bighi Deixe seu comentário »Quem não conhece o Rio e me vê falando assim pode até achar que eu vim do interior, ou algo pior. Duque de Caxias é uma cidade vizinha ao Rio, meio perto da zona oeste. Mas mesmo a proximidade não impediu que eu achasse muita coisa estranha.
A primeira coisa que reparei: ninguém pára nos sinais de trânsito. Sério, os semáforos estão colocados por aqui só pra distrair os pedestres com luzinhas coloridas enquanto esperam uma brecha entre os carros que passam a 160km/h nas ruas. Você, pedestre, fica ali, olhando as luzinhas mudarem de cor – verde, amarelo, vermelho, verde, amarelo – opa, uma brecha! Aí sai correndo e tenta chegar na calçada do outro lado ainda com todas as partes do corpo no lugar. Ou pelo menos faltando pouca coisa, como um dedo ou um rim.
Uma segunda coisa eu reparei no mesmo dia: os motoristas de ônibus odeiam os passageiros, e não gostam de ter que parar o ônibus pra você entrar. Sabe, os motoristas estão lá, ocupados em correr o máximo possível para avançar os sinais vermelhos, e aí aparece alguém na calçada esticando o braço em desespero querendo entrar no ônibus. Essa pessoa só pode estar de sacanagem, querendo pegar ônibus, estragando a diversão dos motoristas assim sem mais nem menos. Vai comprar um carro, ou uma bicicleta, ou sei lá. Tá achando o quê, que ônibus está ali pra levar você?
É claro que tem muito mais coisa legal por aqui. A empresa de telefonia (Oi) se recusa a instalar banda larga por aqui. Acho que não quer receber meu dinheiro. A conexão 3G de 1Mb (1024kbps) conecta a 150kbps, em média. Pra você ter idéia, quando ainda morava em caxias era muito mais fácil ter banda larga e a rede 3G pelo menos conectava a 200kbps. E eu achando que a capital seria mais evoluída.
Pelo menos uma coisa aqui é igual ao que era em Caxias: não preciso me preocupar com as favelas no local onde moro. Não pelo mesmo motivo, é claro. Lá eu não precisava me preocupar com favelas porque não tinha nenhuma em volta. Aqui eu não preciso me preocupar com a favela porque estou cercado de casas e prédios em volta, que servem como proteção dos tiros que rolam praticamente todas as noites e madrugadas. De qualquer favela que o tiro venha, estou seguro sabendo que matarão meus vizinhos, e eu ficarei intacto.
Mas assim, apesar do que falam por aí, o Rio de Janeiro é um lugar muito legal. Se você não faz questão de segurança, banda larga, qualidade do transporte público, água limpa e um lugar legal pra morar, então o Rio de Janeiro é um ótimo lugar pra você. Venha pro Rio também!
Últimas Notícias
Centro Cultural na Zona Oeste
O Castelo Cultural inicia programa de rádio para divulgar o projeto
A Zona Oeste é a região mais longe do Centro da cidade do Rio de janeiro, no entanto, ocupa mais da metade do município. Em vista desse grande público presente, a Universidade Castelo Branco (UCB), sediada no bairro de Realengo, resolveu desenvolver o espaço de cultura do centro acadêmico para a comunidade. Assim surgiu o projeto Castelo Cultural, que oferece cursos a preços populares e eventos culturais gratuitos.
Os principais bairros da Zona Oeste são conhecidos pela sua cultura no samba, futebol e outros costumes, mas a população é privada de eventos como teatro, apresentações de dança, exposições e outras formas de expressão cultural. Pensando nisso, a UCB, em 20 de fevereiro de 2008, resolveu reativar a cultura no bairro. Desse modo, chamou o poeta e jornalista João Pedro Roriz para assumir a função de trazer eventos culturais, artistas e escritores à população da região.
João Pedro Roriz trabalha no Centro Cultural Oduvaldo Viana Filho, mais conhecido como Castelinho do Flamengo, e por isso foi convidado para cuidar da área de Cultura da Universidade Castelo Branco. Hoje, existe uma associação do Castelo Cultural com o Castelinho do Flamengo, no qual João Pedro promove o Sarau Poético, todo primeiro sábado do mês.
A relação entre o Castelinho e a Universidade propiciou aos moradores conhecer a Zona Sul. João Roriz acredita que a falta de transporte da Zona Oeste para Zona Sul é um grande empecilho de a comunidade ter acesso a eventos culturais. “As pessoas têm hábito de ir a Zona Sul apenas para ir à praia e não para assistir uma peça”, avalia. Mas ele avisa que disponibiliza transporte para levar as pessoas aos saraus realizados no Flamengo, basta o interessado entrar em contato através do e-mail culturalucb@castelobranco.br.
Além disso, o Castelo Cultural também construiu uma parceria com o site Crônicas Cariocas (http//:www.cronicascariocas.com) e desta união surgiu o 1º Concurso Crônicas Cariocas, com a finalidade de estimular a produção literária e incentivar a cultura no Rio de Janeiro. Outro projeto do Castelo Cultural são as aulas na Oficina Literária Novos Autores a preços populares, assim como o Curso de Teatro Para Atores e Não Atores.
Os eventos são realizados no Teatro Carlos Wenceslau, que pertence a Universidade. O local tem ocupação de 270 lugares, e o jornalista conta que já houve dias de lotação. “A quantidade de público não é o mais importante, mas, sim, a qualidade dele”, afirma. Para ele, o mais relevante é a participação da população em eventos que antes eles não tinham acesso, por exemplo, uma leitura dramatizada. Na última vez compareceram 40 pessoas neste evento, alto índice para região.
O jornalista argumenta que sua prioridade é alcançar a população de massa de Realengo e bairros adjacentes. “Existe muito artista querendo um espaço para apresentar o seu trabalho, e esse projeto é uma oportunidade para eles”, comenta otimista João Pedro. Por outro lado, ele constata “atingir o público do bairro é o mais difícil, porque eles preferem cinema e baile funk”.
Divulgando o projeto
Para divulgar a programação de uma forma mais abrangente e popular, no dia 7 julho estreou o programa Castelo Cultural, na Rádio Rio de Janeiro (AM1400). O programa é veiculado sempre às segundas-feiras às 14h. Além de divulgar os projetos culturais, a transmissão tem intuito de informar os ouvintes, com dicas de português e de moda, leituras de poemas e também entrevistas com artistas e escritores. A rádio conta com a colaboração de estudantes da UCB, e também está aberta a participação do público.
O responsável João Pedro Roriz afirma que eles estão arriscando tudo nesse projeto. “Queremos ganhar confiança com o programa gravado na rádio, para fazer um programa ao vivo e receber o retorno do público”, diz. A iniciativa é ótima para Zona Oeste. A região que não possui teatros e museus encontrou a chance de participar da vida cultural da Cidade Maravilhosa sem ter que enfrentar o trânsito. “O nosso projeto não é indústria cultural, é promover sabedoria e cultura de qualidade”.
Próximos Eventos:
Dia 13 de agosto de 2008, quarta-feira, às 18h - Comédia em Pé com Renan Horta e Daniel Fontes. Local: Teatro Carlos Wenceslau. Campus Realengo da Universidade Castelo Branco (Av. Santa Cruz 1631). Entrada gratuita.
Dia 21 de agosto de 2008, quinta-feira, às 18h - Tico Santa Cruz e os Voluntários da Pátria. Teatro Carlos Wenceslau. Campus Realengo da Universidade Castelo Branco (Av. Santa Cruz 1631). Entrada gratuita.
Dia 25 de agosto de 2008, segunda-feira, às 10h - Sarau Poético Um Castelo de Palavras com a participação de Cia Cidadança e outros. Teatro Carlos Wenceslau. Campus Realengo da Universidade Castelo Branco (Av. Santa Cruz 1631). Entrada gratuita
Para mais informações sobre eventos e cursos acesse:
http://www.castelocultural.blogspot.com/
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Empresas se unem para reivindicar mais transporte na Zona Oeste
(O Dia Online)
0 comentários:
2 Comentários para “Zona Oeste da cidade sofre com descaso no transporte coletivo”
Deixe seu comentário
Padre Miguel
Padre Miguel é um bairro de classe média baixa da Zona Oestecidade do Rio de Janeiro, entre os bairros de Bangu (oeste) e Realengo (leste). É lá que se situam as escolas de samba MocidadeUnidos de Padre Miguel. Nos finais de semana, outra atração é o Ponto Chic, reduto boêmio do bairro. É também em Padre Miguel que se localizam as Faculdades Integradas Simonsen (FIS). da e
[editar] A origem do nome do bairro
O nome Padre Miguel homenageia monsenhor Miguel de Santa Maria Mochon (1879-1947), considerado o maior benemérito da região desmembrada de Realengo em meados do século 20.
Espanhol da aldeia de Dílar, na Granada, Espanha, padre Miguel chegou a Realengo com apenas 19 anos. O físico franzino não impediu que tivesse uma vida intensa em favor dos pobres, semeando escolas, creches e bibliotecas.
Padre Miguel morreu em 1947 e está sepultado na Igreja de Nossa Senhora da Conceição. Em 16 de abril do mesmo ano foi criado o bairro de Padre Miguel. A figura do missionário espanhol é lembrada no busto e na praça que tem seu nome. Praça a qual se localiza no Bairro de Realengo, na Av. de Santa Cruz
O nome do bairro homenageia o Padre e Monsenhor Miguel de Santa Maria Mochon, espanhol da Andaluzia, vigário de Realengo. Nascido em 1879, Padre Miguel foi o reformador da Igreja Nossa Senhora da Conceição e o criador da primeira Escola Regular da Região, estendendo suas viagens de catequização aos engenhos de N. Sra. da Conceição da Pavuna e do Botafogo, pelo chamado "Caminho do Padre".
Ferramentas pessoais
Colaboração
Imprimir/exportar
Ferramentas
- Esta página foi modificada pela última vez às 16h05min de 8 de junho de 2010.
- Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-Compartilhamento pela mesma Licença 3.0 Unported (CC-BY-SA); pode estar sujeito a condições adicionais. Consulte as Condições de Uso para mais detalhes.
GRES Mocidade Independente de Padre Miguel
-
Nota: Para outros significados de Mocidade Independente, veja Mocidade Independente (desambiguação).
| Mocidade Independente | |
|---|---|
Mocidade Independente | |
| Fundação | 10 de novembro de 1955 (54 anos) |
| Escola-madrinha | Beija-Flor |
| Cores | Verde e branco |
| Símbolo | estrela-guia |
| Bairro | Padre Miguel |
| Presidente | Paulo Vianna |
| Carnavalesco | Cid Carvalho |
| Intérprete oficial | Nêgo |
| Diretor de carnaval | Ricardo Simpatia |
| Diretor de harmonia | Rômulo Ramos |
| Diretor de bateria | Mestre Beréco |
| Rainha da bateria | A definir |
| Madrinha da bateria | Elza Soares |
| Mestre-sala e porta-bandeira | Fabrício Pires Cristiane Caldas |
| Coreógrafo | Jorge Teixeira |
| Desfile de 2011 | |
| Enredo | Parábola dos Divinos Semeadores |
| Horário | 6 de Março Entre 23h10 e 23h44 |
Grêmio Recreativo Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel é uma escola de samba da cidade do Rio de Janeiro, sendo localizada na Rua Coronel Tamarindo, no bairro de Padre Miguel mas que futuramente pode ser sediada na Avenida Brasil, no mesmo bairro.
Foi fundada em 10 de novembro de 1955 a partir de um time de futebol amador da época, o Independente Futebol Clube.[1] No entanto seu crescimento maior foi após os anos 1970, quando passou a ser patrocinada pelo bicheiro Castor de Andrade, seu grande torcedor.
Índice[esconder] |
[editar] História
Foi fundada por Sílvio Trindade, Renato da Silva, Djalma Rosa, Olímpio Bonifácio (Bronquinha), Garibaldi F. Lima, Felipe de Souza (Pavão), Altamiro Menezes (Cambalhota) e Alfredo Briggs. Sua primeira bandeira da escola foi oferecida por Gilda Faria Lima, sendo a primeira rainha da escola Neuza de Oliveira.
Em 1955, o time de futebol Independente Futebol Clube transformara-se em bloco, participando de um concurso de blocos em Padre Miguel, promovido pelo falecido político Waldemar Vianna de Carvalho. Como houve um empate entre esta e o Unidos de Padre Miguel, Waldemar resolveu as coisas de modo diplomático, considerando a Mocidade uma escola de samba e dando-lhe o primeiro lugar na categoria, premiando assim o Unidos de Padre Miguel como melhor bloco.
Em 1956, apresentou o enredo "Castro Alves", novamente num desfile local. Em 1957, participou pela primeira vez do desfile oficial no Rio de Janeiro, com o enredo "O Baile das Rosas", quando tirou um 5° lugar. No ano de 1958, foi campeã do segundo grupo com o enredo "Apoteose ao Samba". De 1959 em diante passou a integrar o grupo principal e não desceu mais.
Em 1958, a bateria, sob a batuta de Mestre André, deu pela primeira vez a célebre "paradinha" em frente à comissão julgadora, mantendo o ritmo para que a escola continuasse evoluindo. O povo passaria, mais tarde, a acompanhar tal "bossa" com o grito de "Olé". Durante este período, a Mocidade era conhecida como "uma bateria que carregava a escola nas costas", pois a bateria era mais conhecida do que a própria escola, que só alguns anos depois teria condição de competir com as grandes da época (Portela, Império Serrano, Salgueiro e Mangueira).
No ano de 1974, com o carnavalesco Arlindo Rodrigues, apresentou o enredo "A festa do Divino", tirando um 5° lugar. Mas neste ano ela poderia ter ganhado o campeonato, se não tirasse uma nota 4 em fantasia - o que foi considerado um escândalo, na época, visto que Arlindo era conhecido e consagrado pelo bom gosto e requinte nas fantasias. A campeã Salgueiro teve apenas 4 pontos a mais que a Mocidade, ou seja, um simples 8 em fantasias daria o título à Padre Miguel, visto que no quesito de desempate, bateria, o Salgueiro tinha 9 e a Mocidade 10.
Desde então, a escola deixava de ser conhecida apenas por sua bateria, para impor-se como grande escola de samba. Em 1975, a Mocidade vence pela primeira vez as "quatro grandes", num desfile realizado em outubro durante o congresso da ASTA - American Society of Travel Agents, no Rio de Janeiro, em que as escolas do grupo principal realizaram um desfile competitivo, a Mocidade foi campeã.[2][3]
Em 1976, por ironia, a Mocidade empatou em segundo lugar, com a Mangueira, e perdeu o desempate por ter um ponto a menos na nota da tão famosa bateria nota 10. Em 1979, ainda com Arlindo Rodrigues, a Mocidade conquista o seu primeiro campeonato com "O Descobrimento do Brasil".
No ano seguinte, assumiu o carnaval Fernando Pinto, produzindo desfiles excepcionais na Mocidade e projetando-se como um dos mais criativos e inventivos carnavalescos já conhecidos.
No primeiro ano de Fernando Pinto na Mocidade, em 1980, a escola conquistou um segundo lugar com o enredo "Tropicália Maravilha". Em 1983, a Mocidade recebe o Estandarte de Ouro1988 e fez grandes carnavais na Mocidade na década de 1980: além de "Tupinicópolis", deu à escola o título de 1985, com "Ziriguidum 2001". Nesse carnaval, a Mocidade entraria na Avenida com um enredo futurista, projetando o carnaval do próximo século. de melhor comunicação com o público com o enredo "Como era verde o meu Xingu". Fernando permaneceu na escola até
[editar] Era Renato Lage e morte de Castor de Andrade
Em 90, a Mocidade passaria ao comando de Renato Lage, que consagrou a escola em três anos: em 90, contando sua própria história ("Vira Virou, a Mocidade Chegou"); em 91, falando sobre a água ("Chuê, Chuá… As Águas Vão Rolar"); e em 96, com um enredo sobre a relação entre o homem e Deus ("Criador e Criatura").
Em 1997, a Mocidade perdeu seu patrono maior, Castor de Andrade. Dois anos depois, a escola fez um desfile primoroso, com uma merecida homenagem à Villa-Lobos, com o enredo "Villa-Lobos e a Apoteose Brasileira". O público vibrou com o desfile. Porém, neste ano, uma decepção aconteceu: a Mocidade, que sempre se concentrou ao lado dos Correios, precisou se concentrar em frente ao edifício conhecido como "Balança Mas Não Cai", perto do qual há um viaduto que frequentemente atrapalha as alegorias das escolas que ali se concentram. No caso da Mocidade, não deu outra: a escola demorou demais a por os destaques nos grandes carros alegóricos e abriu um enorme buraco entre os setores 1 e 3, logo no começo da passarela. Apesar da grande falha, certamente foi a campeã para muita gente que viu e se emocionou com aquele belíssimo desfile.
Em 2000, a Mocidade veio literalmente vestida com as cores do Brasil, apresentando o enredo "Verde, Amarelo, Azul-Anil Colorem o Brasil no Ano 2000". O belíssimo e imponente carro abre-alas, uma imensa nave espacial dos índios do futuro, deu uma amostra do que seria a escola. A Mocidade passou muito bem, mas o samba-enredo arrastado impediu que a escola decolasse e atingisse colocações melhores. Mesmo assim, ficou em um honroso quarto lugar, credenciando-se ao Desfile das Campeãs.
Após o carnaval de 2002, Renato Lage deixou a escola.
[editar] Depois da era Renato Lage
Em 2003, assumiu o carnavalesco Chico Spinoza, que levou para a avenida enredos de cunho social, como doação de órgãos e educação no trânsito. Em 2005, com a mudança da diretoria, a Mocidade contrata um carnavalesco de característica clássica, Paulo Menezes. Seu carnaval fez lembrar as formas de Arlindo Rodrigues, porém a escola terminou na 9a colocação . Em 2006, entra Mauro Quintaes, com o carnaval sobre os 50 anos da escola, porém a escola naufragou mais uma vez, inclusive a escola sendo vaiada no setor 1 terminando na 10a colocação. Em 2007Alex de Souza que contou a história do artesanato terminando na pior colocação desde a era Castor de Andrade, na 11º colocação. Para 2008, a escola trocou outra vez de carnavalesco, desta vez trouxe Cid Carvalho, que com um enredo temático dos 200 anos da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil, consegue melhorar um pouco em relação ao carnaval passado, na 8ª colocação. entra outro carnavalesco
Para 2009 a escola trouxe de volta Wander Pires como sua voz oficial e Mestre Jorjão. Além disso, o carnavalesco Cláudio Cebola, que fazia parte da comissão de carnaval, foi promovido a carnavalesco oficial. O enredo, a princípio seria uma homenagem ao centenário da morte do escritor Machado de Assis, mas foi posteriormente alterado, com a inclusão também de Guimarães Rosa no tema, sendo um completo fiasco. Última escola do Grupo Especial a definir seu samba para 2009, a Mocidade enfrentou algumas polêmicas nesse processo, quando escolheu um samba com características pouco convencionais e que era preterido pela maioria da comunidade [4][5] e afastou o diretor José Luiz Azevedo,[6] e no final terminou na 11º colocação, ficando perto de descer para o Grupo A.
Para 2010, a escola trouxe de volta ,o carnavalesco Cid Carvalho, que com um enredo Do paraíso de Deus ao paraíso da loucura, cada um sabe o que procura, conseguiu melhorar em relação ao carnaval passado, na 7º colocação.
No ano de 2011 , a Mocidade falará sobre a história da agricultura e da agropecuária, com o enredo A Parábola dos Divinos Semeadores.
[editar] Desfiles [7]
| Mocidade Independente de Padre Miguel | |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ano | Colocação[8] | Grupo[9] | Enredo | Carnavalesco | |||||
| 1984 | Vice-Campeã | 1A (primeira divisão) | Mamãe eu quero Manaus | Fernando Pinto | |||||
| 1985 | Campeã | 1A (primeira divisão) | Ziriguidum 2001, um carnaval nas esterlas | Fernando Pinto | |||||
| 1986 | 7°lugar | 1 (primeira divisão) | Bruxarias e histórias do arco da velha | Edmundo Braga e Paulino Espírito Santo | |||||
| 1987 | Vice-Campeã | 1 (primeira divisão) | Tupinicópolis | Fernando Pinto | |||||
| 1988 | 8°lugar | 1 (primeira divisão) | Beijim, beijim, bye, bye Brasil | Fernando Pinto | |||||
| 1989 | 7°lugar | 1 (primeira divisão) | Elis, um trem de emoções | Ely Peron e Rogério Figueiredo | |||||
| 1990 | Campeã | Especial | Vira, Virou, A Mocidade Chegou | Renato Lage e Lilian Rabelo | |||||
| 1991 | Campeã | Especial | Chuê, Chuá, As águas vão rolar | Renato Lage e Lilian Rabelo | |||||
| 1992 | Vice-Campeã | Especial | Sonhar não custa nada, ou quase nada | Renato Lage e Lilian Rabelo | |||||
| 1993 | 4°lugar | Especial | Marraio feridô sou rei | Renato Lage | |||||
| 1994 | 8°lugar | Especial | Avenida Brasil - Tudo passa, quem não viu? | Renato Lage | |||||
| 1995 | 4°lugar | Especial | Padre Miguel, olhai por nós | Renato Lage | |||||
| 1996 | Campeã | Especial | Criador e Criatura | Renato Lage | |||||
| 1997 | Vice-Campeã | Especial | De corpo e alma na avenida | Renato Lage | |||||
| 1998 | 6°lugar | Especial | Brilha no céu a estrela que me faz sonhar | Renato Lage | |||||
| 1999 | 4°lugar | Especial | Villa Lobos e a Apoteose Brasileira | Renato Lage | |||||
| 2000 | 4°lugar | Especial | Verde amarelo, azul-anil, colorem o Brasil no ano 2000 | Renato Lage | |||||
| 2001 | 7°lugar | Especial | Paz e harmonia, Mocidade é alegria | Renato Lage | |||||
| 2002 | 4°lugar | Especial | O Grande Circo Místico | Renato Lage e Márcia Lávia | |||||
| 2003 | 5ºlugar | Especial | Para sempre no seu coração - Carnaval da doação | Chico Spinoza | |||||
| 2004 | 8ºlugar | Especial | Não Corra, Não Mate, Não Morra - Pegue Carona Com a Mocidade! Educação No Trânsito | Chico Spinoza | |||||
| 2005 | 9ºlugar | Especial | Buon Mangiare, Mocidade! A Arte Está na Mesa | Paulo Menezes | |||||
| 2006 | 10°lugar | Especial | A Vida Que Pedi a Deus | Mauro Quintaes | |||||
| 2007 | 11°lugar | Especial | O Futuro no Pretérito, Uma História Feita à Mão | Alex de Souza | |||||
| 2008 | 8º lugar | Especial | O Quinto Império: De Portugal ao Brasil, uma Utopia na História | Cid Carvalho | |||||
| 2009 | 11º lugar | Especial | Mocidade apresenta: Clube Literário Machado de Assis e Guimarães Rosa, estrela em poesia! | Cebola | |||||
| 2010 | 7º lugar | Especial | Do paraíso de Deus ao paraíso da loucura, cada um sabe o que procura | Cid Carvalho | |||||
| 2011 | Especial | Parábola dos Divinos Semeadores | Cid Carvalho | ||||||
Realengo
| ||
|---|---|---|
| — Bairro — | ||
| | ||
| Região administrativa | XXXIII | |
| Distrito | 139[1] | |
| Cidade | Rio de Janeiro | |
| Área | ||
| - Total | 2.605,42 hectares | |
| População | ||
| - Total | 239 142 (2 000)UNIQ5b50 748e375bcfa6-ref-00 000 003-QINU | |
| Limites | Bangu Padre Miguel Jardim Sulacap Magalhães Bastos Vila Militar Senador Camará Taquara | |
| Subprefeitura | Bangu | |
REALENGO é o nome de um bairro localizado entre o Maciço da Pedra Branca e a Serra do Mendanha ao norte da denominada Zona Oeste do município Rio de Janeiro no estado de mesmo nome no Brasil. Sua[1] delimitação atual foi estabelecida pelo Decreto n.º 3158 de 23 de julho de 1981 que o definiu em uma área de 2,605,42 hectares. Pertence a 5° (quinta) Área de Planejamento e dá nome a XXXIII Região Administrativa carioca a qual envolve os bairros Deodoro, Jardim Sulacap, Vila Militar, Magalhães Bastos e Campo dos Afonsos. Costuma apresentar as temperaturas mais altas da cidade, mesmo que as noites de inverno sejam freqüentemente frias devido à proximidade com as serras. Há duas versões para a origem do nome do bairro: a primeira explica que o nome origina-se da[3] denominação da região no período imperial a qual era "terras realengas de Campo Grande", do germânico "realenga" que nomeava tudo que estava longe do poder Real, no entanto, segundo a tradição popular, seu nome é uma abreviatura do nome Real Engenho a qual era "Real Eng°", afixada sobre as placas no topo dos bondes desta região e com o passar do tempo, tornou-se popularmente Realengo.
Índice[esconder] |
[editar] História
Comprovadamente, as denominadas Terras Realengas têm sua origem, segundo alguns historiadores, pela Carta Régia de 27 de Junho de 1814, através do qual Dom João, ainda príncipe, concedeu em sesmaria ao Senado da Câmara do Rio de Janeiro os terrenos situados em Campo Grande, chamados de realengos, porque advindos da conquista territorial pela descoberta do país se encontravam incompletos ao patrimônio real.
A concessão das terras onde hoje é o bairro Realengo, central e periferia, foram destinadas apenas para servir de pastagem de gado bovino, fornecendo carne aos talhos (Açougues) da cidade. Estas terras foram proibidas de venda ou quaisquer outra forma de alienação obrigando-se a Câmara, por outro lado, a fazer medir e trazê-las limpas em condições de servir ao fim para que foram doadas pela mencionada carta régia.
O povoado de Realengo foi limitado pelo senado da Câmara do Rio de Janeiro, pela provisão de 18 de julho de 1814, tomando posse a coroa destas terras testadas para a estrada de Santa Cruz. Apesar da proibição expressa de arrendamento, vendas ou quaisquer outras forma de alienação, a Câmara, a partir de certa época, valendo-se da carta régia de 27 de junho passou a aforar todos os terrenos concedidos, para isso fundamentou tais aforamentos a portaria de 20 de novembro1815 do príncipe regentem conhecida como aviso régio, de 20 de dezembro de 1815 que somente permitia o aforamento da parte que fazia testada para a estrada de Santa Cruz com fundos de 20 braças no máximo e não de todo Realengo. de
O bairro teve seus primeiros povoadores, escravos e emigrantes portugueses da Ilha dos Açores, por ordem do Príncipe Regente Dom João, futuro Dom João VI. Ao chegarem se dedicaram à agricultura para pastagem levando produtos como açúcar, rapadura, álcool e cachaça, pelo porto de Guaratiba. Pelas pesquisas, ao contrário das regiões limítrofes, não houve só um engenho em Realengo; tudo era levado para sofrer processo de transformação em outras propriedades.
Levando-se em conta a documentação oficial, considera-se a oficialização e criação de Realengo em 20 de novembro de 1815, para essa data foi criada a Semana de Realengo em 20 de dezembro de 2002, afim de celebrar o bairro.
Em[4] 2 de outubro de 1878 é inaugurada a estação de Realengo da Estrada de Ferro Central do Brasil. Entre ela e a Escola Militar foi construído um hangar, já inexistente, onde foram construídos os primeiros dirigíveis brasileiros dando início a aviação brasileira.
Em[5]1898 foi construída a Fábrica de Cartuchos e Artifícios de Guerra do Exército conhecida como "Fábrica do Realengo de munição", desativada em 1978, e também é inaugurada a Escola de Tática e Tiro do Exército, depois Escola Preparatória de Cadetes do Exército que depois do decreto n° 5698 de 2 de outubro de 1905 viraria a Escola de Artilharia e Engenharia, depois Escola de Aplicação da Cavalaria e Infantaria, seguinte Escola de Aplicação de Artilharia e Engenharia, depois Escola Militar do Realengo. A Escola de Cavalaria e Infantaria seria extinta em 1911 com a transferência da Escola de Guerra de Porto Alegre para Realengo. A Escola Militar permanece em Realengo até tranferirem-na para a Academia Militar das Agulhas Negras, no município fluminense Resende.
A partir da ocupação militar e industrial na região, ela perde o aspecto rural e bucólico. Começa então a ocupação efetiva dos espaços. Os programas de assistência habitacional criam diversos conjuntos habitacionais para população de baixa renda, militares e operários como por exemplo a Cohab, referência ao plano de habitação popular do BNH, e os conjuntos habitacionais do IAPI (Instituto de Aposentadoria e Pensão dos Industriários), conhecido por "coletivo", para abrigar os trabalhadores da fábrica.
Depois do bairro não sustentar mais grandes instituições militares, seu comércio retrai bastante, já que ele era baseado no público militar, mas que também possuia fábrica de colchões, componentes de rádio, vestuário, principalmente calçados femininos por causa de sua localização perto da Fábrica de tecidos Bangú.
Apesar do bairro ser conhecido na história militar brasileira e entre grande parte dos militares do exército, ele ficou nacionalmente conhecido na canção "Aquele Abraço" de Gilberto Gil, onde aparece no verso: "Alô, Alô Realengo, aquele abraço". Isso remete ao tempo que Gilberto ficou detido nas prisões militares de Realengo na época da Ditadura Militar.[6] A expressão "Aquele Abraço" foi originalmente usada como bordão de um programa de televisão pelo comediante Lilico, e era desta forma que os soldados saudavam Gilberto Gil.
[editar] Qualidade de Vida
Segundo pesquisa do Instituto Pereira Passos e do IBGE[7] 89° (octogésima nona) posição na tabela. Tal pesquisa analisou a renda, longevidade e educação do bairro. (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) de 2000 sobre o IDH dos bairros cariocas, Realengo ocupa a
- IDH-Renda: 0,734
- IDH-Longevidade: 0,744
- IDH-Educação: 0,931
Em Realengo[8] há o Hospital Estadual Albert Schweitzer, localizado na Rua Nilópolis, nº 329, da parte norte do bairro, perto a Av. Brasil. O hospital atende uma população estimada em 700 mil habitantes, somando com bairros vizinhos. Há também umas das Unidades de Pronto Atendimento 24 horas, localizada na Rua Marechal Joaquim Inácio, s/nº, próxima ao viaduto de Realengo. Para completar a lista dos hospitais importantes, o bairro possui a Casa de Parto David Capistrano Filho, localizada na Av. Pontalina no centro do bairro, perto do maior Conjunto Habitacional Dom Pedro I, na Rua Cap. Teixeira.
De área verde Realengo ainda possui resquícios de mata atlântica preservadas em áreas militares, serra e campos não locados. Em[9]17 de outubro de 2009 foi inaugurada pelo governador Sérgio Cabral a subsede Piraquara do Parque Estadual da Pedra Branca na chamada Serra do Barata onde ficava a fazenda da família Fernandes Barata, ao custo de R$ 786 mil. Segundo estudo do Instituto Perreira Passos, o bairro possui 52 praças públicas para prática de algum tipo de lazer ou celebração.
No centro do bairro estão duas instituições particulares de ensino superior e uma federal. A Universidade Castelo Branco se destaca na história da educação no bairro, na unidade de Realengo a faculdade de Educação Física se sobrepõe. Há também as Faculdades São José em atividade desde de 1980, filiada ao Colégio Realengo fundado pelo mesmo fundador daquela. Possui o único curso de Administração Hospitalar do Rio de Janeiro e seu curso de destaque é a faculdade de Odontologia. A alternativa pública é, o ainda em construção, mas em funcionamento, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro com os cursos de graduação em Farmácia, Fisioterapia e Terapia Ocupacional. Já nas escolas, destaca-se a Escola Nossa Senhora do Carmo, com 80 anos de fundação, sendo resultado do esforço do Monsenhor Miguel de Santa Maria Mochon, o Padre Miguel da Igreja Nossa Senhora da Conceição na praça Padre Miguel em Realengo, de construir a primeira escola regular da região. Essa situação da educação no centro do bairro contrasta com o extremo norte dele, na comunidade Jardim Batã onde existe apenas uma escola e apenas até a 4° série.
[editar] Sub-bairros/Comunidades
- Barata
- Capelinha
- COHAB Dom Pedro I
- Jardim Batã
- Jardim Novo
- Mallet
- Piraquara
- Piriquito
- Vila Itambi
- Vila Nova
[editar] Referenciais
- Colégio Pedro II
- Lona Cultural Gilberto Gil (Localizada no bairro de Magalhães Bastos)
- Cachoeira do Barata
- Colégio Realengo
- Universidade Castelo Branco
- Faculdades São José
- Escola de Instrução Especializada (EsIE)
- Hospital Estadual Albert Schweitzer
- Escola Nossa Senhora do Carmo
- Maciço da Pedra Branca
- Escola Militar do Realengo
[editar] Ex-moradores ilustres
- Oswaldo Cruz (sanitarista)
- Victor Dionísio de Lima (filósofo)
- Jorge Ben Jor (músico)
- Raul Gazolla (ator)
- Neuza Borges (atriz)
- Silmara Miranda (dançarina)
- Caetano Veloso (cantor)
- Oswaldo de Oliveira (técnico de futebol)
- Cássia Eller (Cantora)
- Paulo Ramos (político)
- Mart'nália (Cantora)
- Marcos Vinicius (Cantor)
Referências
- ↑ a b Decreto n.º 3158 de 23 de julho de 1981 (PDF). Secretaria Municipal de Urbanismo do Rio de Janeiro. Página visitada em 6 de Junho de 2010.
- ↑ População e deficientes por quantidade de deficiências, segundo as Áreas de Planejamento e Regiões Administrativas - 2000 (gráfico) (Tabela Nº 855) (XLS). Instituto Pereira Passos: Armazém de Dados. Página visitada em 6 de Junho de 2010.
- ↑ XXXIII R.A. Realengo - Histórico. Secretaria de Governo. Página visitada em 3 de junho de 2010.
- ↑ Fróes, José Nazareth de Souza. Terras Realengas. Conselho das Instituições de Ensino Superior da Zona Oeste, 2004 1° Edição.
- ↑ Wenceslau, Carlos Alberta da Cruz. Realengo, meu bem querer.. Conselho das Instituições de Ensino Superior da Zona Oeste, 2004 1° Edição.
- ↑ Severiano, Jairo & Homem de Mello, Zuza. A Canção no Tempo. Editora 34 LTDA, 1997 1° Edição.
- ↑ Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH), por ordem de IDH, segundo os bairros ou grupo de bairros - 1991, 2000 (definições) (Tabela Nº 1172) (XLS). Instituto Pereira Passos: Armazém de Dados. Página visitada em 4 de junho de 2010.
- ↑ Unidades da Rede Estadual. Secretaria de Estado da Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro. Página visitada em 5 de Junho de 2010.
- ↑ Subsede do Parque da Pedra Branca é inaugurada em Realengo. JusBrasil: Política. Página visitada em 6 de junho de 2010.
[editar] Ligações externas
- Site do Bairro de Realengo
- Picasa Pro-Realengo
- Blog Pro-Realengo
- Instituto Pereira Passos - Armazém de dados
- Estação de Realengo
- Alma Carioca
- Subsede do Parque da Pedra Branca é inaugurada em Realengo
- LAPPIS Boletin: Integridade em Saúde
- Faculdades São José
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
- Universidade Castelo Branco
- Escola N. Sra Do Carmo
Ferramentas pessoais
Colaboração
Imprimir/exportar
Ferramentas
- Esta página foi modificada pela última vez às 15h47min de 13 de agosto de 2010.
- Este texto é disponibilizado nos termos da licença Atribuição-Compartilhamento pela mesma Licença 3.0 Unported (CC-BY-SA); pode estar sujeito a condições adicionais. Consulte as Condições de Uso para mais detalhes.

20 de março de 2009 às 18:25 O que fazem com a Zona Oeste é uma vergonha,um desrespeito, um descaso,para chegarmos ao trabalho (Centro da Cidade) levamos 2 horas, isso quando os ônibus não quebram em meio a Avenida Brasil na pista seletiva o que nos submete a risco de vida, outro fato comum é embarcarmos em ônibus superlotados,sem freio etc. Se optarmos em ir de trem corremos o risco de não conseguirmos embarcar, pois você compra o cartão e quando vai ultilizá-lo na roleta não consegue pois está bloqueado, se tentar reclamar é humilhado por funcionários da Supervia que já estão orientados a informar que não podem fazer nada e que a solução é comprar outro bilhete, ou seja, não resolvem nada.No outro dia voltando do trabalho aconteceu isso comigo, como acho isso uma injustiça fui parar na delegacia outra vergonha o policial da 4ªDP logo ali na Central disse que não podia fazer nada, pois ali é uma delegacia criminal, agora veja, um humilde trabalhador brasileiro que sai cedo de casa e deixa seus filhos, querendo regressar para sua família depois de um dia de trabalho, compra seu bilhete com dinheiro contado e suado e passa por uma situação dessas…ISSO PRA MIM É UM CRIME!!! Em época de eleição aparecem um monte de cara de pau na televisão dizendo ser da Zona Oeste ganham nosso voto e não fazem nada, dessa vez tive a honra de votar em você, e espero poder contar com a sua força, com sua gana e com sua raça para junto do povo carioca começar as transformações que essa cidade precisa para ser chamada então com verdade de Cidade Maravilhosa.
25 de março de 2009 às 20:23 CLARISSA, a Zona Oeste, lamentavelmente, continua sendo considerada o resto do quintal da cidade do Rio de Janeiro. Os políticos, sem exceção, usam e abusam da região nos períodos eleitorais. Fazem promessas, visitam repetidamente a região e até mesmo procuram “centrar” seus projetos em torno dos bairros da periferia. Logo depois a Zona Oeste volta a ser preterida. Sempre foi assim e assim continuará sendo enquanto não houver mobilização das lideranças locais em defesa dos verdadeiros interesses dos moradores.